sexta-feira, 27 de junho de 2014
Novidades no Youtube
segunda-feira, 3 de março de 2014
smartphone com Android e Windows Phone
Apenas alguns dias depois de a Nokia anunciar o lançamento de três smartphones com Android, uma empresa indiana anunciou que passará a apostar no sistema operacional da Microsoft em seus aparelhos. Só que eles também virão com o software do Google.
A Karbonn Mobiles colocará à venda, em junho, um smartphone com dois sistemas operacionais, o Windows Phone e o Android.
Em conversa com o Times of India, Sudhir Hasija, chairman da companhia, disse que a ideia surgiu quando a Microsoft passou a facilitar as regras sobre o uso do Windows Phone. A Karbonn pretende lançar, daqui a três meses, um aparelho só com este sistema.
Ainda não foram divulgados os preços que serão cobrados e nem há informações sobre os países onde a novidade será disponibilizada.
Fonte: olhar digital
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Uso de Smartphones no Brasil
O brasileiro gasta mais tempo utilizando celulares, smartphones, tablets e e-readers do que a média mundial, segundo levantamento do Ibope e da Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), divulgado nesta segunda-feira (22).
No Brasil, a média diária de tempo de uso de celulares é 59 minutos, à frente do período médio de 42 minutos registrado no mundo.
Com smartphones, o brasileiro gasta 84 minutos diários, acima dos 74 minutos globalmente. Para tablets, o gasto nacional é de 79 minutos, acima da média de 71 minutos no resto do mundo. Já para e-readers, o dispêndio é de 63 minutos, superior aos 54 minutos gastos com o eletrônico no mundo.
Para fazer esse levantamento, o Ibope e a WIN ouviram mil internautas no Brasil, por meio da plataforma do Ibope, chamada Conectaí . No mundo, foram mais de 54,1 mil entrevistas.
Apesar da alta utilização, o Brasil registra baixa difusão desses aparelhos, em relação ao resto do mundo.
A penetração de smartphones, por exemplo, subiu de 9%, em 2011, para 18%, em 2012. Mas ainda assim, está longe da média mundial, de 48%. A densidade dos aparelhos chega próximo somente quando apenas são consideradas as pessoas que acessam a internet. Entre elas, a penetração dos smartphones é de 44%.
Para realizar essa pesquisa, as entidades ouviram 2 mil pessoas, entre internautas e indivíduos sem conexão à internet.
Para os tablets o quadro é similar. A presença dos aparelhos também cresceu rapidamente, de 1%, em 2011, para 5%, em 2012, mas ficou abaixo da média mundial, de 24%. Entre os usuários de internet, porém, a penetração sobe para 26%.
fonte: g1.com.br
terça-feira, 25 de junho de 2013
Mini Ipad
Mini Ipad
O modelo básico, com 16 GB e conexão apenas via Wi-Fi, sai por R$ 1.299, sendo que nos Estados Unidos é possível comprá-lo por UR$ 329 (R$ 740,55).
Os valores vão subindo conforme a configuração do aparelho. Os outros só com Wi-Fi custam R$ 1.549 (32 GB) e R$ 1.799 (64 GB).
Com Wi-Fi e 3G o valor vai para R$ 1.649 (16 GB), R$ 1.899 (32 GB) e R$ 2.149 (64 GB).
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Netflix perde quase 1.800 filmes nesta quarta-feira
Netflix perde quase 1.800 filmes nesta quarta-feira
O Netflix, serviço de streaming de vídeos, deixa de apresentar 1.794 filmes e séries nessa quarta-feira, 1. A lista inclui clássicos como "Segundas Intenções, "007 e Dr.No", além de 15 temporadas de "South Park".
A medida vale apenas para os Estados Unidos, mas ainda não se sabe quais dos títulos poderão
A medida vale apenas para os Estados Unidos, mas ainda não se sabe quais dos títulos poderão
desaparecer futuramente do catálogo brasileiro.
Fonte: Olhar Digital
terça-feira, 26 de março de 2013
Memória Ram
As memórias RAM são responsáveis por armazenar as informações que estão em uso no computador, fazendo com que o acesso aos dados seja mais rápido. Trocando em miúdos, quando você abre um programa qualquer, ele "escreve" nos pentes de memória RAM as informações necessárias para que a operação seja mais rápida. O programa pode, a partir daí, "ler" essas informações. Teoricamente, a mesma coisa poderia ser feita com o disco rígido, o HD. Porém, a velocidade seria muito menor, e os programas (e o desempenho do computador como um todo) seriam bem menos produtivos.
Uma rápida olhada na história
As memórias RAM atuais mais modernas são do tipo DIMM SDRAM DDR 3. Para traduzir a sigla, vale a pena dar uma olhada numa breve história das memórias. Os primeiros modelos de memória RAM apareceram ainda na década de 50. RAM quer dizer Random Access Memory, ou memória de acesso aleatório. Nos anos 70 elas começaram a se tornar populares, equipando os primeiros computadores pessoais. Naquela época, as memórias usavam um padrão chamado SIMM (single in-line memory module). A única diferença entre o padrão SIMM e o DIMM (double in-line memory module) atual é que, nos pentes mais antigos, havia chips de memória apenas de um dos lados do pente, como o nome indica: single, único. Atualmente, há chips dos dois lados, novamente como o nome indica: double, duplo.
A segunda sigla, SDRAM, tem a ver com a frequência com que as informações são transmitidas pelas memórias para o processador do computador. A sigla significa Synchronous Dynamic Random Access Memory, ou memória de acesso aleatório síncrono e dinâmico. Traduzindo. O acesso é aleatório porque o computador pode ter acesso a qualquer informação que esteja gravada na memória diretamente, sem precisar seguir uma sequência. E ele é síncrono porque a memória trabalha na mesma frequência do processador. Ou seja, pulsos elétricos gerados com a mesma frequência usada pelo processador fazem com que as memórias trabalhem sincronizadamente com o outros componentes do micro, tornando a operação mais eficiente.
A evolução
A eficiência da memória RAM está ligada à quantidade de dados que ela consegue enviar para o processador: quanto mais dados, num menor espaço de tempo, melhor. Essa velocidade tem a ver com a frequência (quanto maior a frequência, mas vezes a memória está enviando dados), e tem a ver com largura de banda - ou seja, quantos dados é possível transmitir de uma só vez. Daí a sigla DDR - double data rate, ou dupla taxa de transferência. Quando o padrão DDR surgiu ele fez exatamente isso, dobrou a taxa de transferência de dados de então. Depois do DDR, vieram o DDR 2 e o atual DDR 3 - cada número indica que houve a multiplicação por dois da taxa de transferência em relação à geração anterior. Memória com padrão DDR 4 já estão prontas para chegar ao mercado, e devem aparecer nos computadores no ano que vem.
Dual Channel
Apesar da evolução do padrão DDR, as memórias ainda não conseguem atingir a mesma velocidade do processador. Para tentar diminuir essa distância os computadores mais modernos lançam mão do recurso Dual Channel, ou canal duplo. A ideia é relativamente simples. Sempre trabalhando com número par de pentes, é possível dobrar a taxa de transmissão de dados, agrupando os bits que são transmitidos de cada vez. Ou seja: se você tem um computador com quatro pentes de memória, por exemplo, o controlador organiza a atividade das memórias para que as informações de dois pentes sejam transmitidas de uma só vez para o resto do computador, enquanto os outros dois pentes estão recebendo informações que vêm da máquina. Com isso, é possível dobrar a capacidade dos pentes. Por isso é importante que os pentes sejam idênticos. Já há placas que trabalha com Triple Channel, ou canal triplo. Nesse caso, sempre são necessários múltiplos de 3 para os pentes de memória. São máquinas que trabalham com 3, 6 ou 9 slots, por exemplo.
Fonte: olhardigital
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Notebook com tela sensível ao toque
Notebook com tela sensível ao toque
O Google revelou na quinta-feira (21) seu primeiro notebook com tela de 12,8 polegadas sensível ao toque e equipado com o sistema operacional Chrome OS. O dispositivo terá uma versão com conexão à rede de quarta geração 4G LTE, para acessar a web em qualquer lugar.
Chamado Chromebook Pixel, o dispositivo começou a ser vendido na quinta-feira (21) nos Estados Unidos. De acordo com o “Wall Street Journal”, o produto foi projetado e construído pelo Google com a ajuda de um parceiro de hardware de Taiwan. O Chromebook Pixel pesa 1,5 kg e roda o processador da Intel Dual Core 1.8GHz.
O Pixel custa US$ 1,3 mil, na versão apenas com Wi-Fi, e US$ 1.450 no modelo com conexão à rede sem fio LTE. A versão com LTE chegará ao mercado em abril. Dispositivos anteriores equipados com a plataforma Chrome OS não têm telas sensíveis ao toque e custam cerca de US$ 200.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Galaxy S4 chega em março
Galaxy S4 chega em março
A quarta geração dos celulares Samsung Galaxy S deverá ser anunciada em 15 de março, de acordo com o blog SamMobile, especializado na fabricante sul-coreana.
O site não nomeia sua fonte, mas informa que ela é confiável e trabalha na companhia sul-coreana. Se for verdade, os primeiros países a receberem o aparelho serão do leste europeu.
Até o final de abril, o resto da Europa e Ásia terão seus modelos, seguidos por América, Austrália e África entre maio e junho
O site não nomeia sua fonte, mas informa que ela é confiável e trabalha na companhia sul-coreana. Se for verdade, os primeiros países a receberem o aparelho serão do leste europeu.
Até o final de abril, o resto da Europa e Ásia terão seus modelos, seguidos por América, Austrália e África entre maio e junho
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Kindle
KINDLE
O Kindle vendido no Brasil é o modelo mais simples da linha da Amazon. O produto tem tela de tinta eletrônica (e-ink) de 6 polegadas, não possui tela sensível ao toque, e pesa 170 gramas. O produto possui conexão apenas Wi-Fi, possui memória suficiente para armazenar 1,4 mil livros eletrônicos e tem bateria com autonomia de até um mês.
Os usuários do Kindle podem comprar livros por meio da loja Kindle, que tem mais de 1,4 milhão de e-books, sendo 13 mil deles na língua portuguesa. Segundo a Amazon, a loja também dispõe de 1,5 mil livros eletrônicos gratuitos em português.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Windows 8 Pro vendido no Brasil só funciona em PC com versão anterior
Versão exige que PC tenha Windows 7, Vista ou XP SP3 original instalado.
Usuários de outros sistemas não podem instalar o novo Windows.
O Windows 8, novo sistema operacional da Microsoft, vendido nas lojas, em caixa, por R$ 270 no Brasil serve apenas para que os usuários realizem o upgrade de versão. Conforme esclareceu a Microsoft nesta segunda-feira (29) em resposta a dúvidas de leitores do G1, o sistema funciona somente em computadores que já tenham as versões anteriores do Windows (7, Vista ou XP Service Pack 3) instaladas.
Caso o usuário tenha um computador com outro sistema operacional, com uma versão anterior ao Windows XP SP3 ou com uma cópia ilegal do Windows, o Windows 8 Pro vendido atualmente não poderá ser instalado. A regra vale tanto para Windows 8 Pro vendido em caixa, no varejo, quanto para a versão digital disponível via download.
A Microsoft lançou o Windows 8 Pro no dia 26 de outubro oferecendo uma versão de "upgrade" digital, vendida no site da empresa por R$ 70 e outra, em caixa, vendida em lojas, por R$ 270. Ambas exigem uma versão anterior do Windows para a instalação. Segundo a empresa, há consumidores que preferem comprar o sistema em caixa, com mídia e manual de uso.
A Microsoft lançou o Windows 8 Pro no dia 26 de outubro oferecendo uma versão de "upgrade" digital, vendida no site da empresa por R$ 70 e outra, em caixa, vendida em lojas, por R$ 270. Ambas exigem uma versão anterior do Windows para a instalação. Segundo a empresa, há consumidores que preferem comprar o sistema em caixa, com mídia e manual de uso.
Informações do Portal G1
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O Windows 8, novo sistema operacional da Microsoft, vendido nas lojas, em caixa, por R$ 270 no Brasil serve apenas para que os usuários realizem o upgrade de versão. Conforme esclareceu a Microsoft nesta segunda-feira (29) em resposta a dúvidas de leitores do G1, o sistema funciona somente em computadores que já tenham as versões anteriores do Windows (7, Vista ou XP Service Pack 3) instaladas.
Caso o usuário tenha um computador com outro sistema operacional, com uma versão anterior ao Windows XP SP3 ou com uma cópia ilegal do Windows, o Windows 8 Pro vendido atualmente não poderá ser instalado. A regra vale tanto para Windows 8 Pro vendido em caixa, no varejo, quanto para a versão digital disponível via download.
sábado, 1 de setembro de 2012
ESPECIAL TABLET
Os tablets vão continuar crescendo até que, em 2016, superarão as vendas de notebooks ao redor do mundo.
A projeção da NPD DisplaySearch aponta que, no ritmo atual do crescimento da demanda por tablets, em apenas quatro anos eles vão superar os notebooks.
Em algum momento de 2016, os tablets serão mais procurados que os notebooks. Já em 2012, 121 milhões de tablets devem ser vendidos, ante 208 milhões de notebooks. Em 2017, serão 416 milhões de tablets e 393 milhões de notebooks - ou seja, os tablets não vão substituir os notebooks, mas terão mais importância no mercado do que os computadores portáteis.
No período, o mercado de PCs móveis (que inclui tablets e notebooks, entre outros dispositivos) vai crescer de 347 milhões (projeção para 2012) para 809 milhões em 2017.
Veja matéria completa no www.olhardigital.com.br
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Apesar da inclusão digital, novos números sobre a internet no Brasil revelam dados preocupantes. De acordo com um estudo feito pela Fundação Telefônica, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e a operadora Vivo, 64% dos brasileiros consideram que o uso da web não é necessário, ou mesmo não sabem como utilizá-la.
33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.
"Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante", afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. "A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador."
No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.
Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.
Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. "A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País", disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.
Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).
33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.
"Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante", afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. "A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador."
No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.
Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.
Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. "A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País", disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.
Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O que é Cloud Computing (Computação nas Nuvens)?
A denominação Cloud Computing chegou aos ouvidos de muita gente em 2008, mas tudo indica que ouviremos esse termo ainda por um bom tempo. Também conhecido no Brasil comoComputação nas Nuvens ou Computação em Nuvem, Cloud Computing se refere, essencialmente, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores. Neste artigo de introdução à Cloud Computing, você entenderá melhor este conceito.
Estamos habituados a utilizar aplicações instaladas em nossos próprios computadores, assim como a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos neles. No ambiente corporativo, esse cenário é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede.
A principal vantagem deste modelo está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar estes recursos de maneira off-line. Entretanto, todos os dados gerados estão restritos a este computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo.
A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Este cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing, embora esse conceito esteja se tornando conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil.
Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Este conteúdo passa a ficar disponível nas "nuvens", isto é, na internet. Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar.
Um exemplo prático desta nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.
Fonte: http://www.infowester.com
O que é um Data Center
Datacenter, ou Internet Data Center (IDC), é um ambiente totalmente preparado para receber servidores de pequeno, médio grande porte. No passado, existiam os CPDs (Centro de Processamento de Dados), que atuavam como PDCs (Private Data Center). Com a popularização da Internet, surgiram os Data Centers, existindo ainda "Salas DataCenter" e "Prédios DataCenter".
Sala DataCenter é uma sala de 10 a 50m2, geralmente em um prédio comercial, com sistema de ar-condicionado adaptado, nobreaks de alta capacidade e talvez um gerador. O conceito de Sala DataCenter advém da existência dos antigos CPDs.
Prédio DataCenter é um prédio inteiramente criado para ser um DataCenter, com entrada de energia por 2 vias (normalmente com duas subestações de energia), 2 sistemas de nobreak em paralelo, geradores em n+1 (sempre com um de reserva), paredes com isolamento térmico e acústico, piso elevado, energia elétrica dimensionada de 500 KVA até 40 MVA.
Segundo a Wikipédia, Informática é o termo usado para escrever o conjunto das ciências da informação, estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e de modelagem dos problemas.
O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos dois lados do Atlântico , assume em Portugal o sentido sinônimo de ciência da computação enquanto que no Brasil é habitualmente usado para referir especificamente o processo de tratamento da informação por meio de máquinas eletrônicas definidas como computadores.
Neste Blog trarei dicas, informações, e atualidades sobre Informática e Tecnologia
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